13 de jan. de 2022

sobre blog, escrever e eu já nem sei mais

seria ótimo prever o futuro. tá aí um negócio que, vez ou outra, gostaria de fazer. poder dar uma boa olhada no que eu me tornei. só uma. a imprevisibilidade é instigante, mas se perder no dia após dia até chegar em grandes eventos da linha do tempo, só considero bom de vez em quando. aliás, o final eu já conheço. nem me fale de arrogância, pois imortalidade infelizmente não é o meu super poder. hipoteticamente, gostaria de ser imortal? não. queria era poder olhar, só um pouquinho, o futuro.

oxe, baby: um caderno de poemas secretos, por Elayne Baeta

lá vem eu de novo, falar sobre ela. desde que o livro foi anunciado meu coração vibrava de felicidade e o estômago também, em ansiedade. teria comprado na pré-venda, com aqueles muitos brindes, se não fosse aquelas fotos todas estampando o rosto dela. fiquei com vergonha e com medo. no entanto, publicado pela Editora Record, no ano de 2021, finalmente li, em 2022, Oxe, Baby, o primeiro livro de poemas da Elayne Baeta.

6 de jan. de 2022

retrospectiva: leituras de 2021

o ano passado se mostrou quase impossível de ser uma terra fértil pra novos livros cultivarem sentimentos de escape em mim. afinal, manter o foco e a cabeça aberta a novas experiências não foi fácil, inevitavelmente ocasionou minhas primeiras releituras da vida (e já adianto que foi incrível). apesar dos apesares, consegui aproveitar bastante num geral e trago este saldo de 2021, pra quem se interessar. com ajuda do skoob e do goodreads, vamos a elas! desconsiderem a ordem que foram colocados. <3